Galocantô - Lirismo do Rio

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Os Galos


gamarra

Pablo Amaral, o Gamarra, é músico autodidata e compositor. Integrou, com Léo Costinha, o grupo Além da Razão, que comandava as rodas de samba da rua Joaquim Silva, terreno onde o Galocantô começou a surgir. Formado em publicidade, trabalhou na TVE Brasil, mas a paixão pela música falou mais alto. Hoje, dedica-se exclusivamente ao seu cavaquinho. Com Galã de Xerém, parceria com Edu Tardin, gravada no CD Fina Batucada, faz sucesso nas rodas de samba.


costinha

Léo Costinha se apaixonou pelo samba aos quinze anos. Ótimo percussionista, aprimorou seus dotes nas rodas de samba depois dos estudos. Fez parte do grupo “Além da Razão”, que comandava as rodas de samba do mestre Ivan Milanês, na Lapa. Costinha desistiu de ser cirurgião-dentista, profissão na qual é formado, para seguir em frente com o Galocantô.


lula

Lula Matos, percussionista e compositor, foi criado no bairro da Lapa. Desde a infância, viveu nas rodas de samba, onde conheceu grandes bambas. Tocou com Arlindo Cruz, Luiz Carlos da Vila, Monarco, Nélson Sargento, Walter Alfaiate, Wilson Moreira e a Velha Guarda da Mangueira. Como compositor, tem parcerias com Ivan Milanês, Adilson Bispo, Wanderley Monteiro, Carica e Luizinho SP. Seus sambas foram gravados em São Paulo por T. Kaçula e pelos grupos Estatuto do Samba, Relíquia e Panela Preta.


marcelinho

Marcelo Correia faz parte da nova e promissora safra dos sete-cordas do samba carioca. Criado no Cachambi, antes dos quinze anos, já tocava cavaquinho nas rodas de samba. Músico versátil e bom instrumentador, também toca bandolim. Participou de shows com Dudu Nobre, Sombrinha, Chico Salles e Roberto Serrão.


dinho

Edson Cortes, o Dinho, é o mais experiente. Compositor e percussionista de mão-cheia, começou a tocar com apenas nove anos de idade em rodas e escolas de samba, além de blocos carnavalescos. Com o Fundo de Quintal gravou, em 2003, a música “Tudo por 1,99”, em parceria com Wantuir e Haroldo Cezar. Bom malandro, sabe dizer no pé e é craque na feijoada.


dinho

Jorge André despertou para a música aos 12 anos por influência do seu avô, Amaro da Portela, com quem aprendeu a gostar dos instrumentos de percussão. Fundou em 1997 o tradicional Pagode da Tia Ciça. Mas foi em 1998, quando passou a integrar a banda do cantor Fabrício Freire, com quem tocou por dois anos e viajou por diversos estados brasileiros. Desde então vem atuando no cenário musical com diversos artistas tais como: Monarco, Arlindo Cruz, Gabrielzinho do Irajá, Marcelo D2, Dudu Nobre, Trio Calafrio, Ivo Meirelles, entre outros. Participou do Tributo a Roberto Ribeiro e gravou no CD do compositor Sérgio Mendes e Will.I.Am (Black Eyed Peas). Atualmente faz parte do grupo Galocantô.